sábado, 9 de maio de 2009

"Dança dos Ratos"

Foto: Divulgação Angústia, repulsa e medo. Um conflito de sentimentos refletidos em olhares voltados para "animais que pensam". "Ratos" que vivem buscando caminhos na "sujeira", caracterizada por cadeiras que representam o poder. Um estado claramente marcado pela metáfora que simula a política nacional. Representantes eleitos pelo povo, que ao contrário de promover os direitos de todo cidadão, buscam caminhos para driblar o próprio sistema. Adiante, encontram nas "linhas da Lei", falhas que permitem a instauração de uma "organização", da qual, se antes não faziam parte, acabam se corrompendo instantes após uma cerimônia, quando então, são diplomados. Não é “ausência” de instrução de uma nação que traz como conseqüência o desejo do “se dar bem”, mas esta certamente é mantida pela falta de interesse de transformação, de um cenário estruturado em um oceano de "grandes peixes".
Exemplo claro do que está sendo dito, são os conflitos representados por ações, que chegaram a por, até mesmo, o "grande poder" do Tribunal Superior Eleitoral em questão. Fatos descritos por eleições, como a interminável escolha do chefe do Executivo de Campos dos Goytacazes, iniciada em 2004 e que culminou em um “fim” questionável cinco anos depois. A história, que parece não ter fim, passando por nomeações e renúncias, cassações e perseguições mútuas, se encontra em fase de hibernação, bastando um único ruído para estourar mais um capítulo da "novela" de algo popularmente conhecido como: quem não tem “Telhado de Vidro”, que atire a primeira pedra.
Meio ao enredo que embala os “Ratos do poder”, a esperança de transformação continua movendo o coração da massa, dominada pelo desejo de, um dia, aplaudir o espetáculo de uma política sem fantoches. Para o Estado maior crescer, é necessário, em primeiro lugar, acender a chama da crença da possibilidade de um futuro melhor.

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